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Publicada em 11 de Jul de 2011 - 21h00min

“Ombro que sai do lugar”?

O “ombro que sai do lugar” é a forma mais comum para se referir ao problema de instabilidade do ombro, que gera ao paciente a insegurança e a falta de firmeza na articulação. Cada vez que o ombro sai do lugar e esse problema se torna mais frenquente aumenta a lesão óssea e da cartilagem. De acordo com o médico ortopedista e traumatologista, Joaquim Reichmann, a instabilidade do ombro também provoca o envelhecimento precoce da articulação. “A repetição do problema pode causar outras doenças no ombro, como por exemplo, SLAP Lesion, que agrava a frouxidão e aumenta a dor do paciente”, explica.
A SLAP Lesion, que se refere a desinserção (soltura) do tendão do bíceps dentro da articulação, ocorre em cerca de 20% dos casos de luxação. A única forma de tratamento é a videoartroscopia.
A instabilidade do ombro pode ser provocada por um trauma de grande impacto, que pode levar à alterações ósseas, tendinosas ligamentares e/ou articulares. Em alguns casos o paciente já nasce com hiperelasticidade articular generalizada, ou seja, apresenta um movimento acima do normal, ou ainda, apresenta a ausência de alguns ligamentos do ombro, decorrentes de má formação.
Para diagnosticar a doença, Reichmann explica que é necessário conversar com um especialista e realizar os exames físicos. “Exames como Raio X, ultrassonografia a Artroressonância magnética auxiliam no diagnóstico preciso”, esclarece.
Sobre o tratamento, Reichmann diz que este pode variar de acordo com a gravidade. “Em alguns casos, quando o diagnóstico é realizado cedo, o tratamento pode ser feito com imobilização e fisioterapia que deverá resultar no reforço muscular do paciente. Em outros casos, somente a cirurgia”, alerta. O médico destaca que até pouco tempo as cirurgias de ombro eram feitas de forma tradicional, com cortes. “Hoje, com o avanço tecnológico, é possível operar o ombro do paciente através da videoartroscopia, com o uso de microcâmeras e mini-cortes na pele e o risco do problema voltar é mínimo, de três a oito por cento” comemora Reichmann.  

Na Foto: Joaquim Reichmann, médico ortopedista e traumatologista




Fonte da notícia: MB Comunicação

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